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CONFESSO

Às estrelas. À lua. Ao universo. Os meus sonhos. Os meus desejos. O que me faz feliz e agradeço cada dádiva que recebo. É a este universo gigante que partilho o que mais me alegra e mais me entristece. As pessoas vão e vêm. Hoje dão-te toda a atenção que mereces, amanhã não sabem que existes. Hoje és uma querida pessoa, amanhã não és bem falada pelas costas. Na Natureza me refugio. Me encontro. Sou eu mesma. Dona de mim mesma. Sem preconceitos. Sem julgamentos. Onde posso estar descalça e sentir cada pedaço de relva nos pés ou cada grão de areia a deslizar nos dedos dos pés. Sinto a chuva como benção dos céus e aqueço a alma com cada raio de sol. Confesso que é na Natureza que me sinto em casa, não fosse membro desta. Habitante de mar mas precisa da terra para equilibrar. Porque é tudo uma questão de equilíbrio. Precisamos da Natureza? Sem dúvida. Precisamos dos humanos? Há alguns (mas poucos) que valem a pena.

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