Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

QUANDO O SILÊNCIO DIZ TUDO

45097b16341ca78e813eae669765338f.jpg
 Era tarde. O sol entrava pela sala, vendo-se raios de sol fracos, porém à medida que te observava, mais os raios solares tornavam-se intensos, como iluminasse o anjo que estava à minha frente.
 Tu, deitado, escrevias num caderno. Queria saber o que estavas a pensar. Mas não naquele momento. Só queria continuar a ver-te. Como escrevias. Com o ar pensativo enquanto a mão esquerda desviava o cabelo do tua testa. Não queria deixar de te observar. Cada detalhe teu. 
 Cada vez tinha mais a certeza de que "era para o que der e vier" porque "o meu maior medo é ver-te partir".
 Escreves mais um pouco e continuo a ler-te o corpo e os movimentos como se de uma obra de arte se tratasse. De repente, olhaste para mim e sorriste. Eu sorri de volta.
 E aí "eu soube que era para a vida toda."

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.