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SIRIUS: UM AMOR QUE NÃO SE EXPLICA

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Tiago. Fotógrafo de vinte e nove anos. Voltava do seu trabalho. Teve uma semana em Londres e agora estava com umas férias merecidas.
 Chegou a casa ainda a ouvir música. Pousou a mala, tirou os auscultadores. Naquele momento, ouviu passos como alguém viesse a correr. Sorriu de imediato e agachou-se a quem aí vinha. Um husky siberiano com saudades do dono.
 O entusiasmo era tanto que saltou para o seu colo, lambeu-lhe a cara com saudades e Tiago só se ria. Fez-lhe festas na barriga e abraçou-o com imensas saudades.
 Enquanto esteve fora, a mãe tratou do animal com tudo o que precisasse.
 Tiago tomou um duche e após se arranjar levou Sirius a passear à rua.
 Quando regressaram a casa, o fotógrafo quis trabalhar no computador as fotografias que tirou. Entre elas, estavam fotos de Sirius quando foi cachorrinho.
 O cão brincava com uma bola, quando se dirigiu ao seu dono e este olhava para si, sem dizer nada. Aproximou-se dele e colocou o focinho em cima do joelho, como se dissesse "és o melhor do Mundo." Tiago não resistiu e encostou a sua cabeça ao seu companheiro, fazendo festas no pescoço. Ambos de olhos fechados e o homem disse-lhe que era o melhor amigo que podia ter.
 Ao pôr do sol, foram a um planalto perto de casa. Sirius estava deitado no meio das pernas do dono. Fecharam os olhos como se agradecessem por aquele momento. Um amor de verdade. Um pôr do sol lindo. Um belo retrato. Tiago fazia-lhe festas enquanto estava sereno.
Estava tudo ali.

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